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  Edição 2 - Sumário
 
  • IMPACTOS DA MEC IMPACTOS DA MECANIZAÇÃO DA COLHEITA DA CANA NO PERÍODO DE 2001 A 2006: ESTUDO DE CASO DE UMA UNIDADE PRODUTORA EM FERNANDÓPOLIS - SP
  • Antonio Cano; Cleber J. Vergínio
     
  • A ÉTICA DO CONSUMO
  • Dennis Henrique Vicário Olívio; João Liberato de Carvalho; Luciane Biancardi; Zildo Gallo
     
  • O TUTOR NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: A CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTOS PELA INTERAÇÃO NOS AMBIENTES MIDIÁTICOS NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO LIBERTADORA
  • Elísio Vieira de Faria
     
  • A ANÁLISE DE DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS COMO FERRAMENTA PARA TOMADA DE DECISÃO NAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
  • Heitor Monteiro Barbosa
     
  • A ESTABILIDADE DO MARIDO OU COMPANHEIRO DA GESTANTE: COMENTÁRIOS AO PROJETO DE LEI N. 3.829/1997
  • Igor Almeida Lima
     
  • MÉTODO PARA RECONHECIMENTO DE ÍRIS BASEADO NA SUA REGIÃO INTERNA
  • Jonathan G. Rogéri; Aledir S. Pereira; Norian Marranghello; Alex F. Araujo; João Manuel R. S. Tavares
     
  • A INSTALAÇÃO DOS BÁRBAROS E A COMPILAÇÃO DO DIREITO ROMANO NO IMPÉRIO DECADENTE
  • José Guida Neto
     
  • NORMA PADRÃO: USOS SEM ABUSOS
  • José Ribamar Neres Costa
     
  • A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR: OS CUIDADOS QUE DEVEM SER TOMADOS PELO FORNECEDOR
  • Nathaly Campitelli Roque
     
  • O USO DA TECNOLOGIA NO TEATRO CONTEMPORÂNEO: A CENA DE ENRIQUE DIAZ
  • Roberto Morettho
     
  • A VALORIZAÇÃO DO TRABALHO HUMANO COMO FORMA DE REALIZAÇÃO DO IDEAL DE JUSTIÇA SOCIAL
  • Victor Hugo Nazário Stuchi
     
     
      Editorial Revista FAER 2
     

    Mais do que nunca, a contemporaneidade traz ao homem moderno a necessidade de estar constantemente sintonizado com tendências, descobertas, debates e reflexões de um mundo em permanente mutação e que, a cada momento, nos surpreende com avanços, seja nas ciências, na sociedade ou na expressão da cultura.

    Ainda como sintoma contemporâneo, o amplo desenvolvimento dos meios de comunicação aumenta não apenas a circulação como também a velocidade desse intercâmbio de informações, além de gerar uma complexa e multifacetada teia de ideias, pontos de vista e conceitos – o que acaba por compor um imenso quadro de ideologias e discursos matizado por nuanças muitas vezes tão sutis que nem sempre figuram claras para leitores menos experientes.

    Neste contexto, cabe à instituição de ensino superior a tarefa de ser um dos mais confiáveis veículos de (in)formação não apenas para seus alunos, como também para a comunidade em que se insere. Por esse motivo, a FAER, como núcleo fomentador de cultura e saber, investe, desde seu surgimento, na tríade ensino, pesquisa e extensão como uma forma de garantir, não apenas ao mercado de trabalho, como também à sociedade, a presença de profissionais adequados às exigências atuais: críticos, reflexivos e bem informados.

    Para tanto, a FAER proporciona a seus alunos diferentes situações de ensino e aprendizagem que requerem o desenvolvimento de diversas competências e habilidades, atingindo, com isso, a integralização de uma formação que instrumentalize o futuro profissional com recursos e estratégias para lidar com as mais variadas situações.

    Em seu intuito de formar profissionais competentes, criativos e autônomos, que saibam refletir sobre sua prática e sobre o contexto em que se inserem e em que exercem sua profissão, seja nos aspectos sociais, culturais, históricos ou econômicos, a FAER lança mão da pesquisa, e faz de Scientia FAER seu veículo privilegiado de comunicação com a comunidade intra e extra-acadêmica.

    Neste número, Scientia FAER conta com artigos de temas variados, mas todos de interesse da comunidade, abrangendo as áreas de educação, direito e administração. Por meio desses artigos, o leitor pode contar reflexões de cunho crítico e ético, realizadas por profissionais engajados e comprometidos com a melhoria em suas áreas de atuação.

    Por fim, esperamos que este número de Scientia FAER seja um reflexo da proposta da instituição, que acredita na formação de profissionais com autonomia em relação à sua prática, no sentido de desenvolver sua capacidade de construir conhecimentos e tomar decisões. Tal autonomia somente é possível a partir do momento em que o profissional assume uma postura investigativa sobre sua área de atuação e aprende a utilizar os recursos e métodos de pesquisa como ferramenta de trabalho.

    Prof. Dra. Olinda Aleixo

     
     
     
     
     
     
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